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Portugal em seca. Poupe água!

por Mäyjo, em 04.03.18

pdsiset2017.jpgÍndice de seca PDSI. Fonte: IPMA, 8/10/2017

Portugal está em seca severa e extrema, e, apesar de se prever uns dias de chuva na próxima semana,  tudo indica que vá continuar.

«O mês de setembro de 2017 em Portugal Continental foi o mais seco dos últimos 87 anos, classificando-se como extremamente seco. Consequentemente verificou-se um aumento da área em situação de seca severa e extrema.

De acordo com o índice meteorológico de seca PDSI, a 30 de setembro cerca de 81.0 % do território estava em seca severa e 7.4 % em seca extrema.»
Fonte: IPMA, 8/10/2017
 
Poupe água, mesmo que ainda não lhe falte na torneira. Cada vez mais a água potável será um bem escasso. E todavia, essencial!

Não lave passeios, nem terraços, nem calçadas; evite lavar o carro; tome banhos curtos; feche a torneira ao fazer a barba e ao lavar os dentes. Estes cuidados deviam ser já hábitos normais, mas cada vez são mais prementes.


Por dia gastam-se muitos litros de água; 10 litros numa descarga de autoclismo, 80 litros num banho rápido, 100 litros numa lavagem de roupa na máquina e 50 litros numa lavagem de louça na máquina. O esforço para poupar água é uma obrigação.
 
Fonte: Sustentabilidade é Ação

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publicado às 09:36

É preciso reutilizar mais água!

por Mäyjo, em 08.07.17

etar

Numa altura em que 73% do território nacional se encontra em estado de seca severa e 7% em seca extrema, sentem-se ainda mais os efeitos de não reaproveitarmos as águas residuais das estações de tratamento (ETAR)

 

A ZERO analisou os últimos dados disponíveis – referentes a 2015 – e constatou que apenas 1,2% dessas águas era reutilizada, pelo que existe um trabalho muito importante que de ver feito a este nível. A média na EU encontra-se actualmente nos 2,4 %, cerca do dobro, mas a meta é chegar aos 15% muito em breve. E Portugal tem todo o interesse em cumprir pelo menos com esse objectivo, visto ser um dos países mais vulneráveis às alterações climáticas e a fenómenos cada vez mais recorrentes de escassez e seca, como a que agora se verifica.

Segundo o índice de escassez – o WEI+ (Water Exploitation Index) da ONU, desenvolvido para avaliar o stress hídrico a que se encontra sujeito um território, as bacias hidrográficas dos rios Leça, ribeiras do Oeste, Tejo, Sado, Guadiana e ribeiras do Algarve, encontram-se na categoria de “escassez severa”, regiões que consomem entre 20% a 40% dos seus recursos renováveis.

Por isso é menos compreensível ainda que estas águas não sejam aproveitadas para, por exemplo, rega na agricultura, a lavagem de pavimentos e de viaturas, a lavagem de contentores de resíduos sólidos urbanos e ecopontos, a rega de espaços verdes urbanos, a recarga de aquíferos ou mesmo a reabilitação e criação de zonas húmidas.

Para a Zero, a reutilização de das águas devia fazer “parte do processo de gestão das ETAR”. A legislação nesta área também deveria ser revista, visto que ainda “subsistem algumas omissões legislativas no regime de utilização dos recursos hídricos que não facilitam as iniciativas dos promotores destes sistemas, devido a obstáculos e demoras na obtenção de pareceres favoráveis das autoridades competentes”. E finalmente, seria também importante existir uma “articulação entre os Ministérios do Ambiente e da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, já que existe um potencial de 35 000 a 100 000 ha de áreas agrícolas que poderiam vir a ser irrigadas com recurso a águas residuais tratadas, promovendo assim a reciclagem de nutrientes, entre os quais o fósforo  (nutriente não renovável)”.

Do estudo da Zero ao Relatório Anual dos Serviços de Água e Resíduos de Portugal (RASARP) resulta então que somente 23 entidades gestoras têm por prática reutilizar as águas residuais tratadas e entre elas destacam-se:

“As Águas de Lisboa e Vale do Tejo (agora dividida em Águas do Vale do Tejo, Águas do Tejo Atlântico e Simarsul), que reutilizou 3,6 milhões m3, isto é, 1,5%, tendo tratado 97% da água que é recolhida. O Município de Ourém, que reutilizou 118 mil m3, ou seja, 8,9% do total da água tratada (ressalvando-se que trata apenas 65% da água recolhida no Concelho de Ourém). Os Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Sintra, que reutilizaram cerca de 384 mil m3, o que representa 7,9% do total das águas tratadas (mas trata apenas 15% da água recolhida no Concelho de Sintra). Os Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Almada, que reutilizaram 332 mil m3, o que equivale a 2,3% do total da água residual recolhida que foi alvo de tratamento. Todavia, a entidade que mais se destaca pela eficiência é a empresa pública Águas do Algarve, que reutilizou no ano de 2015 cerca de 1,5 milhões m3, um valor que representa 3,5% do total das águas residuais que foram sujeitas a tratamento nas ETAR. De acordo com os dados fornecidos pela empresa, 735 mil m3 são utilizadas internamente na lavagem de equipamentos e na rega de espaços verdes, sendo esta prática adotada em 13 ETAR (Almargem, Vila Real de Santo António, Loulé, Quinta do Lago, Vilamoura, Olhão Nascente, Faro Noroeste, Albufeira Poente, Ferreiras, Vale Faro, Boavista, Silves e Lagos). Mas a água residual tratada é também fornecida a entidades externas, como a Sociedade Hoteleira São Lourenço, à Infraquinta (empresa do Município de Loulé que gere os serviços urbanos da Quinta do Lago) ou à Herdade dos Salgados, o que perfaz um volume reutilizado de cerca de 770 mil m3. De salientar que a empresa trata 99,9% das águas residuais que dão entrada nas ETAR sob sua gestão.”

Foto: Câmara Municipal de Amarante

 

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publicado às 06:14

OS 33 PAÍSES QUE TERÃO FALTA DE ÁGUA EM 2040

por Mäyjo, em 28.06.17

seca california_SAPO

A Espanha é um dos 33 países que terão escassez de água já em 2040, à medida que as alterações climáticas alteram os padrões tradicionais da chuva e o aumento populacional pressiona os recursos naturais sensíveis: como a água.

 

Segundo a análise da organização sem fins lucrativos World Resources Institute (WRI), publicada na Vice, um quinto dos países do globo – trinta e três – passarão por grandes dificuldades para conseguir ter água potável já dentro de 25 anos.

Na Europa, Espanha, Grécia, São Marino, Macedónia, Arménia, Turquia são os países mais pressionados. A região mais vulnerável, porém, é o Médio Oriente, uma vez que 14 dos 33 países da lista são desta região. Em nove deles, a seca será extrema: Bahrain, Kuwait, Palestina, Qatar, Emirados Árabes Unidos, Israel, Arábia Saudita, Omã e Líbano.”

“A região tem desafios excepcionais ligados à gestão da água num futuro breve”, explica o relatório.

Entre os países que também correm perigo de seca estão os Estados Unidos (na foto, a seca na Califórnia), China ou Índia. No entanto, eles não fazem parte da lista, tal como acontece com a Austrália, Indonésia, Filipinas, Mongólia, Namíbia, África do Sul, Botswana, Peru, Chile e vários países do norte de África.

 

Foto: bluesbby / Creative Commons

falta de agua_

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publicado às 12:30

COMO PORTO RICO GERIU A SECA EXTREMA

por Mäyjo, em 09.06.17

puerto rico_SAPO

Em maio de 2015, o Governo de Porto Rico começou a racionar a água na zona mais populosa da ilha, no lado leste, algo inédito nos últimos 20 anos. Carraizo, a maior reserva da ilha e que serve parte de San Juan, a capital, decresceu 5,4 metros nos últimos meses, pelo que, para a maioria dos 160.000 habitantes e negócios da ilha, a água é desligada durante 48 horas, reposta por outras 24 horas, e assim sucessivamente. “As pessoas ficam loucas para armazenar água”, escreveu o The New York Times.

 

Segundo Alberto Lázaro, presidente-executivo do Aqueduto de Porto Rico e da entidade que gere os esgotos, este é o “maior plano de racionamento que alguma vez” a ilha teve. “Tem chovido, mas a chuva que deveria cair na costa leste está a cair na costa oeste”.

Esta seca não recebeu tanta atenção como a da Califórnia e outros estados no Norte dos EUA. Ou mesmo com a seca que assolou, São Paulo e outras cidades brasileiras. Mas ela foi real e deveu-se ao El Niño, um padrão climatérico que afetou outros estados das Caraíbas, como Cuba e a República Dominicana.

Foi em Porto Rico, porém, que a seca mais preocupou – havia reservas com apenas 30 dias de água disponível. Para além de pôr em causa a sustentabilidade financeira da empresa que gere as águas do país e o abastecimento de água para as famílias e negócios, a seca atormentou os agricultores, que não conseguiam alimentar os seus animais e adiaram a plantação de vegetais. Na reserva de La Plata, por outro lado, milhares de sardinhas morreram por falta de oxigénio.

Curiosamente, o turismo não foi afetado pela seca: a maioria dos resorts da ilha é servida por um supertubo que puxa a água de um sistema separado, instalado no centro da ilha.

Como a seca mudou os comportamentos

Quando o aqueduto libertava a água durante 24 horas, explicou o NYT, começava o lufa-lufa: panelas, tachos, baldes, garrafas, potes e até latas de lixo eram usados para colocar água; os pratos das refeições eram lavados, os banhos tomados e toda a família se preparava para mais 48 horas sem água.

“A necessidade é a mãe da invenção”, explicou Carli Davila, de 39 anos e que vive perto da Universidade de Porto Rico, em San Juan. “É como em Cuba. Quando nos faltam coisas, quando há escassez, temos de usar o nosso lado criativo.”

Esta escassez de água foi importante para que a população percebesse não só a importância de ela existir sem cortes mas também a necessidade de a poupar. “Percebemos quanta água gastamos e com quanta água podemos viver”, concluiu Davila.

Foto: Breezy Baldwin / Creative Commons

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publicado às 22:59

AS CURIOSIDADES DO CICLO URBANO DA ÁGUA

por Mäyjo, em 09.06.17

ETAR guia

O ciclo urbano da água – por outras palavras, como é que a água chega até às nossas casas e o que lhe acontece quando delas sai – pelo cano abaixo, entenda-se, é um processo complexo.

Ainda assim, tem algumas curiosidades que a Águas de Portugal (AdP), que gere grande parte destas infraestruturas no nosso país, coloca no seu site.

MEIO HÍDRICO

A maior parte da água captada pelo grupo AdP é proveniente de captações superficiais

No conjunto das empresas de abastecimento de água do grupo AdP estão em exploração 935 captações de água

Da água captada em infraestruturas do grupo AdP e que, após tratamento, é disponibilizada para consumo, cerca de 93% é reposta no meio hídrico. Antes, ela recebe tratamento adeuado nas ETAR (Estação de Tratamento de Águas Residuais), que garante a devolução em condições ambientalmente seguras

ETA

Existem 150 Estações de Tratamento de Água (ETA) no universo do grupo AdP

Em 2014, foram produzidos 573 milhões de m3 de água para consumo humano

Veja alguns exemplos de ETA em Portugal.

ETAR

Existem 953 Estações de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) no universo do grupo AdP

Em 2014, foram tratadas 547 milhões de m3 de águas residuais

Em 2014, foram reutilizadas 6,3 milhões de m3 de águas residuais

Em 2014, foram cedidas ou vendidas 1,1 milhões de m3 de águas residuais

Em 2014 foram reutilizadas internamente 5,2 milhões de m3 de águas residuais

Veja alguns exemplos de ETAR em Portugal.

 

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publicado às 22:55

7 DICAS PARA APRECIAR A ÁGUA DA TORNEIRA

por Mäyjo, em 04.06.17

torneira_SAPO

O título deste artigo pode parecer estranho – afinal, beber água não tem nada de extraordinário. Pelo menos em Portugal, onde ela é de boa qualidade: basta pegar num copo, abrir a torneira e beber calmamente.

 

No entanto, a água pode apresentar, ocasionalmente, sabor e cheiro, devido a diversos factores como a presença de cloro usado na desinfecção da água ou deficiente manutenção das redes prediais e canalizações domiciliárias, incluindo torneiras.

Segundo explica a Águas de Portugal, o sabor da água depende também da sua composição em sais – o cálcio e o magnésio, por exemplo. Para melhorar o sabor e o cheiro da água, fique com sete dicas simples e que contribuirão, certamente, para se sentir mais saciado ao bebê-la.

SETE DICAS PARA BEBER ÁGUA

1.No tempo quente, a água pode aumentar a sua temperatura, caso as redes de distribuição ou prediais estiverem expostas ao calor. Antes de beber, deixe correr um pouco para refrescar a água.

2.Quanto mais fresca a água estiver, melhor sabe. Manter a água no frigorífico, de preferência num recipiente tapado, ajuda a melhorar o sabor e a sensação de frescura.

3.As garrafas e recipientes utilizados para servir água (jarros ou termos) devem ser lavados frequentemente, podendo usar-se um pouco de vinagre ou sal. Em seguida enxague bem.

4.Mude regularmente a água dos cubos de gelo. Se permanecerem muito tempo sem utilização é preferível eliminá-los, porque adquirem os sabores dos alimentos armazenados no congelador.

5.Não utilize a água quente da torneira para fazer chá ou café. É preferível ferver a água fria para estas utilizações, eliminando o sabor desagradável do cloro.

6.Nos frigoríficos com depósito de água e fabrico de gelo, o circuito de água exige cuidados especiais e deve ser lavado frequentemente.

7.Após ausência prolongada de casa – nas férias, por exemplo – deixe a água correr um pouco antes de a utilizar para beber ou cozinhar.

 

Foto: Senado Federal / Creative Commons

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publicado às 22:41

Califórnia: a tempestade depois da seca

por Mäyjo, em 01.06.17

chuva_a

A ironia tem destas coisas. Nos últimos anos, a Califórnia passou – e continua a passar – por uma das mais violentas secas que alguma região passou no globo terrestre. Porém, o ciclone tropical Dolores, em julho de 2015, originou uma tempestade que foi descrita como “histórica” e que – e aqui está a ironia – ocorreu no mês do ano que menos chove, julho.

 

Uma segunda ironia, esta esperada, diz-nos que a chuva acabou por originar um cenário caótico no estado norte-americano: desde inundações a quebras de energia para 10.000 pessoas, até ao colapso de uma ponte.

Segundo o Mic, a equipa de basebol Los Angeles Angels teve de adiar o seu jogo devido à chuva, algo que nunca aconteceu nos últimos 20 anos. Paralelamente, a chuva do fim de semana bateu recordes de precipitação para julho das cidades de San Diego e Los Angeles.

Na costa, mais de 115 quilómetros de praias foram fechadas e a chuvada até deu para apagar a maioria de um fogo florestal que os bombeiros estavam a tentar apagar, a custo.

A tempestade não ajudou a repor toda a água que a Califórnia precisava para os meses seguintes, nem acabaou com a seca extrema que já durava há mais de um ano, mas foi uma boa notícia para os cidadãos californianos. E, apesar dos danos em várias infraestruturas, casas e automóveis, ela foi e será sempre bem-vinda – assim traga chuva.

Fotos: Mic e Chief Geoff Pemberton/CAL FIRE/Riverside County Fire via AP

 

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publicado às 22:32

EPAL PROMOVE CONSUMO DE ÁGUA DA TORNEIRA

por Mäyjo, em 19.01.17

fill forever_SAPO

A EPAL acabou de lançar uma nova edição das garrafas Fill Forever, uma apostas que tem como objectivo sensibilizar os consumidores para a excelente qualidade e acessibilidade da água da torneira, enquanto opção mais barata e de proximidade.

 

Com o slogan “Leve a água da torneira consigo. Leve no preço. Leve no ambiente”, a campanha anuncia a chegada de uma nova gama de seis cores da garrafa, que foi recentemente distinguida com o prémio iF Design Award, um dos prémios de design de maior prestígio a nível mundial.

Ultraleve e funcional, o que facilita o transporte individual de água da torneira, a garrafa Fill Forever é fabricada em Portugal, reutilizável e reciclável. “É a opção mais ecológica ao evitar a produção de resíduos de embalagem”, explica a EPAL.

A nova gama de cores Fill Forever pode ser adquirida na sede da EPAL e também no Museu da Água, na Estação Elevatória a Vapor dos Barbadinhos, na Calçada dos Barbadinhos, em Lisboa.

A EPAL pertence ao grupo Águas de Portugal e é responsável pela distribuição de água na cidade Lisboa, onde tem cerca de 350 mil clientes diretos.

Em 2014, o volume total de água vendida na rede de distribuição da cidade de Lisboa foi de 52 405 610 m3 (143 577 m3/dia). Actualmente, o controlo da qualidade da água distribuída na cidade de Lisboa é assegurado através da realização de colheita de amostras de água na torneira do consumidor, num total de mais de 1.200 pontos de amostragem. Os resultados das análises podem ser consultados aqui. 

A EPAL é também responsável por fornecer água a 35 municípios na margem norte do rio Tejo, a que acresce, desde 2015, a gestão delegada do sistema multimunicipal de abastecimento de água e de saneamento de Lisboa e Vale do Tejo, o qual integra 86 municípios e uma população abrangida de 3,8 milhões de habitantes, numa área territorial correspondente a 33% do território continental português.

 

Este artigo faz parte de um trabalho especial sobre Água, publicado durante o mês de Julho de 2017 e promovido pela Águas de Portugal. Todas as sugestões de temas podem ser enviadas para info@greensavers.pt. Siga a AdP no site YouTube  e assine a sua newsletter.

 

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publicado às 18:09

REMOVER FÁRMACOS DAS ÁGUAS DE CONSUMO E RESIDUAIS

por Mäyjo, em 08.11.16

etar

Uma equipa de investigadores da Universidade do Porto e da Universidade de Aveiro está a desenvolver uma tecnologia para a remoção de fármacos de águas de consumo e residuais. O impacto desta tecnologia poderá ser imenso, já que o sistema é energeticamente eficiente, ecossustentável e apresenta um menor custo.

 

A nova tecnologia baseia-se no FOTOCATGRAF, um sistema de fotocatalisadores baseados em grafeno e semicondutores para um sistema de abastecimento de água sustentável e seguro. Com a inclusão desta nova “tecnologia avançada para a remoção de poluentes emergentes”, o objectivo passa por assegurar um sistema de abastecimento de água seguro e sustentável.

O projecto conta com a participação de 17 investigadores e docentes do REQUIMTE/LAQV – centro de investigação da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (FCUP) e do Instituto Superior de Engenharia do Porto (INESC-TEC) e do CICECO, da Universidade de Aveiro.

“Actualmente tem vindo a aumentar o número de novos poluentes detectados nas águas de consumo e residuais, os quais as tecnologias existentes nas estações de tratamento ainda não conseguem remover, nomeadamente fármacos, hormonas e seus metabólitos”, explica Cristina Freire, investigadora da FCUP.

Nesta fase da investigação, a equipa está a fazer a monitorização de fármacos à entrada e à saída das estações de tratamento de águas residuais. O objectivo é perceber quais os poluentes mais persistentes e prejudiciais ao meio ambiente e a sua variação sazonal.

Esta é também uma aposta da empresa Águas do Centro Litoral, S.A. (AdCL), do grupo Águas de Portugal, que vai permitir “a transferência e implementação da tecnologia desenvolvida em estações de tratamento de águas residuais das regiões norte e centro de Portugal.”

O projecto será implementado posteriormente na região do oeste-centro de Portugal, para remover os poluentes emergentes de estações de tratamento de águas residuais da zona.

Foto: Águas de Portugal

 

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publicado às 14:13

Aparelho que desinfecta a água

por Mäyjo, em 20.09.16

purificador de água

ESTE PEQUENO RETÂNGULO, POUCO MAIOR QUE UM SELO, CONSEGUE DESINFETAR ÁGUA EM APENAS 20 MINUTOS

 

Fotos: Stanford University

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publicado às 10:22


Este blog disponibiliza informação com utilidade para quem se interessa por Geografia. Pode também ajudar alunos que por vezes andam por aí desesperados em vésperas de teste, e não só, sem saber o que fazer...

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